“Comida saudável” no cardápio pode induzir ao consumo de alimentos “proibidos”

Almoço árabe, com batatas fritas, salada (fattoush), húmus, baba ghanouj, etc

Se você está de dieta, preste atenção: a oferta de saladas e outros alimentos considerados “saudáveis” numa refeição pode triplicar sua propensão ao consumo de batata frita e outros alimentos considerados “proibidos”.

A conclusão é de pesquisadores que conduziu um experimento com um grupo de estudantes universitários americanos: ofereceram dois cardápios diferentes; o primeiro com batata frita, nuggets de frango e batata assada; o outro incluía os mesmos itens, bem como salada. Naturalmente a batata frita é facilmente percebida como sendo o menos saudável desses alimentos, mas a despeito disso, os alunos que pediram o segundo cardápio comeram três vezes mais batata frita do que os que pediram o primeiro.

Na verdade, é uma mostra do quanto nossos desejos mais profundos de busca pelo prazer por meio da comida pode jogar contra nossos interesses de manter uma dieta saudável.

É como se o fato de incluir a salada na refeição desse à mente a sensação de permissão para pedir aquele outro alimento que dá mais satisfação (a batata frita), porque, afinal, tem uma salada milagrosa ali!

Na verdade, não é possível dizer com exatidão por que este comportamento ocorre, mas é bom que saibamos que nosso inconsciente pode nos pregar peças, justamente para podermos escolher se queremos ser vítimas de comportamentos inconscientes ou se preferimos tomar as rédeas da vida para vivê-la de acordo com nossa vontade mais legítima.

Via: Lifehacker

Comunicado acerca dos comentários deste blog

É tempo de faxina agora.
É tempo de faxina agora.

Quando comecei este blog não imaginava que um dia ele pudesse vir a ter tanta visitação quanto tem atualmente.

Por um lado isso é otimo, pois além de mais pessoas tomarem conhecimento sobre o que eu penso (tal é a essência de um blog), maior é a exposição da publicidade que veiculo nele, e que no fim do mês ajuda a pagar umas contas. Além do mais, essa afluência de pessoas para cá implica mais gente dividindo suas opiniões e experiências.

Entretanto, nem tudo são flores.

Com essa quantidade imensa de pessoas que aparecem é até natural, embora minha dificuldade para administrar, que surjam pessoas mal educadas, agressivas, e até mesmo com intenções ilícitas, como comprar ou vender medicamentos sem receita médica.

Estive pensando durante muito tempo sobre o que fazer com os comentários do site, e pensei até mesmo em fechá-los totalmente. Mas isso privaria muita gente boa de usar este espaço para expressar-se. Mas estou de saco cheio de passar raiva e ser ofendido com gente que não merece consideração.

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É por isso que você é gordo

Hoje passou na tevê (num telejornal da Globo no horário do almoço uma matéria atestando que Brasil lidera consumo de moderadores de apetite. Talvez a novidade fique mesmo por conta dessa ordenação que fizeram, pois tudo o mais que mostram na matéria (o vídeo está na página referenciada acima) é só o óbvio ululante: as pessoas confiam nas promessas de medicamentos milagrosos e esquecem que reeducação alimentar e atividade física são extremamente importantes para quem deseja emagrecer.

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A psicologia da obesidade

Já faz algum tempo (dois meses e meio) que não escrevo nada novo neste blog. A principal razão para isso, para a falta de motivação, é o fato de as pessoas aportarem aqui apenas em busca de fórmulas milagrosas para emagrecer, ou — pior ainda — tentando adquirir medicamentos controlados sem receita médica. Todos os dias eu penso em escrever novamente explicando por que não permito este tipo de material no meu site, mas acabo ficando descoroçoado ante a insistência das criaturas em não lerem, e quando lêem em não entenderem o que eu quero dizer.

Mas pode acontecer de apenas uma pessoa não ter o mesmo comportamento da turba disforme que procura milagres gratuitos, e se você for esta pessoa, é para si que serão dedicados os próximos parágrafos, nos quais pretendo dar a minha visão sobre as causas psicológicas da obesidade.

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