Obesidade, da adolescência à vida adulta

Um estudo (publicado no Journal of the American Medical Association) comprovou que pessoas que foram obesas dos 12 aos 21 anos de idade tem sete vezes mais chance do que pessoas com peso normal ou sobrepeso de continuar obesos por volta dos 30 anos.

O problema nos Estados Unidos é que 1 em cada 5 adolescentes é obeso.

E os brasileiros perguntariam: e nós com isso?

Simples, basta olhar o que é consumido no fast-food da esquina: se os brasileiros não se cuidarem, os “States” de hoje são o Brasil de amanhã!

A situação é ainda pior para mulheres e minorias étnicas. 51,3% das mulheres que foram obesas na adolescência tornaram-se muito obesas quando adultas. No caso dos homens, a taxa baixa para 37,1%. No entanto, as mulheres afro-americanas alcançaram 52,4% nessa escalada.

Para quem teve peso normal quando jovem, nem 8% se tornaram obesos depois.

O problema da obesidade é que ela aumenta o risco de doenças cardiovasculares, da diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer e dores musculares e ósseas.

Outra situação difícil são as consequências psicológicas dessa passagem à vida adulta carregando esse incômodo fardo físico.

E mais grave ainda é o fato de que muitos jovens aceitam passar pela cirurgia bariátrica, cujo número aumentou sete vezes nos Estados Unidos entre 2005 e 2007. Para muitos, é uma boa solução para a obesidade, mas que traz complicações sérias.

A melhor saída mesmo é a prevenção: tratar o problema no início, antes que péssimos hábitos alimentares e pouco cuidado de si sejam transformados em rotina. Isso envolve apoio da família, carinho, respeito e melhoria da auto-estima.

 

(Quem quiser ler o artigo completo em inglês no Los Angeles Times, clique aqui.)

 

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